clipped from: quatrorodas.abril.com.br   

O F-1 é como um ser vivo, em que todas as partes se integram e interagem de tal forma que um pequeno imprevisto em uma área pode pôr tudo a perder no todo. O  sistema hidráulico, que já virou moda para explicar os abandonos na Ferrari, é prova disso, em que diversas áreas diferentes do carro dependem do bom funcionamento de uma área específica – no caso da hidráulica, como a circulação sanguínea no corpo humano.


Mas, ao contrário de um ser vivo comum, tudo no F-1 é feito para trabalhar no limite o tempo todo. Por exemplo, a caixa de direção dos carros é mudada uma vez por ano para Mônaco. Isso porque nas curvas em cotovelo o piloto precisa esterçar totalmente o volante para conseguir a trajetória ideal – mas, nos outros circuitos da temporada, esse curso “maior” não teria sentido.


No fim, para quem está de fora assistindo, o que mais importa são os “pegas” dentro da pista. E, em geral, quanto menos sensibilidade na disputa, melhor...